HOUVE FESTA QUEIROSIANA


Procedeu-se em seguida ao lançamento do n.º 6 da Revista de Portugal apresentada pelo seu director Luís Manuel de Araújo, que neste número homenageia Charles Darwin, Rocha Peixoto e Fernando Peixoto.
Seguidamente foram assinados protocolos de cooperação com o jornal As Artes entre as Letras, representado pela sua directora Dr.ª Nassalete Miranda, e entre o Gabinete de História, Arqueologia e Património, a Gaianima e o Parque Biológico de Gaia, EEM, na ocasião representado pelo administrador Dr. Nuno Oliveira.

Hoje, 25 de Novembro, dia de aniversário de Eça de Queirós, haverá um jantar queirosiano no Grémio Literário em Lisboa, onde estará presente uma delegação de confrades queirosianos.
REVISTA DE PORTUGAL
Fundada em 1889 por Eça de Queirós, com uma segunda série nos anos trinta pela mão de Vitorino Nemésio, a Confraria Queirosiana publica agora uma IIIª série, anual, dirigida pelo egiptólogo Luís Manuel de Araújo, da qual saíu agora o n.º 6, o mais queirosiano de todos. A capa vem dedicada a Eça de Queirós, Charles Darwin e Rocha Peixoto, cada um compondo as faces visíveis de um cubo que levita no meio das labaredas do alto forno do saber. Depois do habitual editorial, onde também se homenageia Fernando Peixoto falecido a 3 de Outubro de 2008 mas que deixou para publicar o primeiro artigo deste número, sobre os «Começos do teatro no Brasil…»; segue-se um exaustívissimo artigo de Norberto Barroca sobre as adaptações de textos de Eça de Queirós ao teatro, à rádio, ao cinema, à televisão, registo de uma aula que autor deu no Solar Condes de Resende no Curso livre sobre “Eça de Queirós, sua vida, sua obra, sua época” que decorreu no Inverno de 2008/2009; José António Afonso aborda depois e de vez «A “questão educativa” na Revista de Portugal (1889-1892)…»; J. A. Gonçalves Guimarães andou à procura da história dos «Copados bosques de árvores pomposas…» na cidade do Porto; Anabela Mimoso, analisou o «Romance da Raposa…» republicana de Aquilino Ribeiro; Henrique Guedes foi ver quem ganhou «As eleições de 1894…» em Vilar de Andorinho, e finalmente J. Rentes de Carvalho, com relutância por mexer num assunto que preferia esquecer, mas em nome da sua honra e da verdade, vem a público, numa recensão sobre a Correspondência de dois pés de barro da Cultura Portuguesa contemporânea, com o desgosto intelectual que teve por um dia ter admirado José António Saraiva e com tal desiderato ter de o levar a tribunal para se defender de uma acusação falsa e velhaca com que o mesmo o mimoseou, cuspindo na mão que generosamente lhe tinha sido estendida.
A revista publica ainda uma bibliografia dos sócios e confrades referente a 2008, e as actividades realizadas durante o mesmo período.
Este número, que teve o patrocínio do Parque Biológico de Gaia e da Coral Seguros, segue agora para cerca de 150 instituições universitárias na Europa, Brasil e Cabo Verde através da permuta do Solar Condes de Resende.

A revista publica ainda uma bibliografia dos sócios e confrades referente a 2008, e as actividades realizadas durante o mesmo período.
Este número, que teve o patrocínio do Parque Biológico de Gaia e da Coral Seguros, segue agora para cerca de 150 instituições universitárias na Europa, Brasil e Cabo Verde através da permuta do Solar Condes de Resende.
O REALISMO DE CADA UM

Um roteiro de erudição, onde a devoção pelos patronos da obra se entrecruza, diríamos que naturalmente, com a presença queirosiana dispersa por diversos altares deste roteiro luso-franco-brasileiro de 2008/2009.
PROTESTANTISMO E EDUCAÇÃO

O lançamento está previsto para 16 de Janeiro na Igreja do Torne, Vila Nova de Gaia.
Uma visão insuspeitada das influências no Portugal Contemporâneo que infelizmente ficaram minoritárias. O autor foi aluno da Escola do Torne e da sua humanística e tolerante visão da sociedade portuguesa.
NAS BOCAS DO MUNDO
O escritor J. Rentes de Carvalho anda, finalmente, nas bocas do mundo. No passado dia 21 de Novembro faltou ao lançamento da Revista de Portugal n.º 6, que publica uma importante recensão sua, para estar nas Conversas do Museu da Vila Velha, em Vila Real, onde foi apresentado e intelectualmente despido por Helena Gil. Nos próximos tempos vão vê-lo, ouvi-lo e lê-lo na Antena 1, Antena 2, Renascença, RTP, TSF, Jornal de Letras, Pública, Notícias Magazine e As Artes entre as Letras. Como nos disse o próprio, «a questão é se o esqueleto aguenta», ao que respondemos que «este país ainda tem uma pequena hipótese de redenção» se parar para o escutar com atenção e propósito de emenda.

O AMANHÃ PERFEITO
Hoje, dia 25 de Novembro, pelas 21,30 horas, no Palacete dos Viscondes de Balsemão no Porto é lançado um novo livro de ficção de Beatriz Pacheco Pereira, o qual será apresentado pelo Dr. Manuel Cabral e é uma edição da editora Calendário.
A autora prossegue assim uma pessoalíssima incursão nos universos femininos que caracterizam um percurso coerente balizado numa dezena de obras já publicadas.
RECTIFICAÇÃO
O livro do nosso confrade Ricardo Charters de Azevedo intitulado As destruições provocadas pelas invasões francesas em Leiria, foi editado pelo Cepae e Folheto Edições e não pela editora anteriormente indicada.
TOMAR CAFÉ
Apetecia-me ir tomar café à Pastelaria Eça de Queirós no Porto com as seguintes personalidades:
Claude Levi-Strauss, o pai natal do nosso quotidiano verdadeiro; Guerra Junqueiro, um poeta a sério que até se pode cantar; Jorge Moreira da Silva, engenheiro preocupado com o clima; Mónica Bettencourt Dias, directora de um laboratório onde se acaricia o futuro; Randa Nabulsi, palestiniana que deseja que o seu país viva em paz e feliz.
Não quero ir tomar café, nem chá, nem nada com: Abdool Vakil, mais um banqueiro que andou a brincar com o dinheiro dos outros; Albertino Figueiredo, inventor do negócio dos selos postais sem franquia; Fernanda Cancio, por fazer de conta que não se sabe o que toda a gente sabe mas que ela quereria que toda a gente fizesse de conta que não sabe; Jorge Fragoso, editor e distribuidor de incumprimentos; Rodovan Karadzic, homem de guerra que não deu tempo nenhum às suas vítimas.
Eça & Outras, IIIª. Série, n.º 15 – Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Cte. n.º 506285685 ;
NIB: 001800005536505900154O livro do nosso confrade Ricardo Charters de Azevedo intitulado As destruições provocadas pelas invasões francesas em Leiria, foi editado pelo Cepae e Folheto Edições e não pela editora anteriormente indicada.
TOMAR CAFÉ
Apetecia-me ir tomar café à Pastelaria Eça de Queirós no Porto com as seguintes personalidades:
Claude Levi-Strauss, o pai natal do nosso quotidiano verdadeiro; Guerra Junqueiro, um poeta a sério que até se pode cantar; Jorge Moreira da Silva, engenheiro preocupado com o clima; Mónica Bettencourt Dias, directora de um laboratório onde se acaricia o futuro; Randa Nabulsi, palestiniana que deseja que o seu país viva em paz e feliz.
Não quero ir tomar café, nem chá, nem nada com: Abdool Vakil, mais um banqueiro que andou a brincar com o dinheiro dos outros; Albertino Figueiredo, inventor do negócio dos selos postais sem franquia; Fernanda Cancio, por fazer de conta que não se sabe o que toda a gente sabe mas que ela quereria que toda a gente fizesse de conta que não sabe; Jorge Fragoso, editor e distribuidor de incumprimentos; Rodovan Karadzic, homem de guerra que não deu tempo nenhum às suas vítimas.
Eça & Outras, IIIª. Série, n.º 15 – Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Cte. n.º 506285685 ;
IBAN:PT50001800005536505900154;
Email :queirosiana@gmail.com;
confrariaqueirosiana.blospot.com; eca-e-outras.blogspot.com;
Coordenação da página: J. A. Gonçalves Guimarães (TE-638);
redacção: Fátima Teixeira;
inserção: Amélia Cabral.